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Contos Animados



Os melhores contos eróticos com ilustrações incríveis! Todas as histórias são verídicas e contadas por quem viveu essas loucuras! Confira abaixo...


Conto animado: Virgem estuprada

"...Eu tinha acabado de fazer 18 anos, nada conhecia de sexo, mas morria de vontade de fazer. Sou ruivinha, branquinha, olhos verdes, seios grandes (bem grandes!) e duros, cinturinha estreitinha, bundão redondo e coxas grossas, tenho 1,65m e pezinhos delicadinhos que deixam muito peão de obra babando de tesão. Minha casa naquela época ficava numa região afastada da cidade, ladeada de terrenos baldios, longe de tudo. Naquela tarde calorosa de janeiro, eu estava sozinha em casa, meus pais tinham saído e eu fiquei lavando a louça do meu almoço. Minha blusinha branca ficou toda molhada e eu estava sem sutiã, meus peitões estavam todos acesos e bem durinhos. Não só a blusinha tinha ficado molhada, mas também meu shortinho cor de rosa apertadinho que quase mostrava meu bumbum redondinho e lisinho. Estava descalça por causa do calor e depois de lavar a louça fui para o quarto, toda molhadinha mesmo, assistir um pouco de televisão. Era um dia chato. De repente, escutei alguns ruídos na cozinha e fui ver o que era... Foi quando levei o maior susto da minha vida..."

(continua...)

Conto animado: jogo da seleção brasileira de futebol!

"...Cerca de uma hora e meia depois, ele volta com seus dois amigos e mais um rapaz que eu nunca tinha visto na vida, um negrão alto e musculoso com cara de malvado. E para o meu espanto, meu marido entrou em casa carregando um engradado de cerveja com a ajuda do Claudinho. Já meio bêbados, eles gritavam sem parar: "Brasil! Brasil! Neymar! Neymar!". Meu marido então percebeu que eu não estava entendendo nada e falou: "Alegria, querida! Hoje é a grande final da Copa das Confederações! Seremos campeões em cima daqueles espanhóis metidos à besta! O Gigante acordou, meu amor!". Eu não acreditei que aquilo estava acontecendo! Meu marido havia esquecido o nosso quinto aniversário de casamento! E pra piorar, tinha trazido três marmanjos bêbados para assistirem ao jogo da seleção brasileira em nossa casa! E eles ainda pegaram a minha televisão da sala e levaram pro quintal! Lá eles acenderam a churrasqueira e continuaram a beber! Para o meu marido, eu nem existia! E foi assim a tarde inteira até a seleção brasileira entrar em campo, já de noitinha..."

(continua...)

Conto animado: Adestrador

"...Então, ele me perguntou se eu queria conhecer o seu rottweiller. E, cinco minutos depois, eu já estava saindo de casa com a desculpa de dar uma “caminhada”. Encontrei o Igor dois quarteirões abaixo. Chegamos rapidamente na casa dele. Fiquei com medo do rottweiller, mas ele me garantiu que o cão era dócil como se fosse maltês. Realmente, o animal, apesar de assustador com seus olhos negros e pescoço grosso, era fofo. E estava com cheiro de banho. Comentei que aquele cheiro me agradava e Igor então me ofereceu uma ducha. Eu resolvi aceitar. Entramos no banho juntos e fomos molhados pra cama. Estranhamente ele não tentou nada, mas seu pau duro indicava que ele queria algo comigo. Então fui para a beirada da cama e tirei a toalha para enxugar os cabelos. Nessa hora eu estava apenas de calcinha fio-dental e empinei bem a bunda para provocá-lo! Nisso, Igor se levantou nu e abriu a porta. Seu cachorro, o Mike, entrou no quarto me olhando. Fiquei assustada com aquele cão ali! Eu só de calcinha e aquele rottweiler imenso me olhando, com a língua de fora e babando muito..."

(continua...)

Conto animado: A bunda empinada da minhã irmã!

"...Então eu tomei um banho de fachada e, quando vi que ela saiu do banheiro apenas de toalha para o quarto, me enrolei e um segundo após ela fechar a porta do quarto, abri e entrei de uma vez, e para o meu espanto peguei Érika apenas de calcinha e sutiã, próxima à cama. Parecia que ia passar algum produto no corpo. Ela estava demais e isso me excitou na hora. A calcinha fio-dental lhe assentava perfeitamente em suas coxas e barriga e formava um "pacote" em sua vulva. Usei a desculpa de que procurava por uma escova de cabelo e nisso fui ao guarda-roupa. Minha irmã parecia já ter percebido que meu pau endurecera, então, criando coragem, num só movimento que fiz para pegar a escova deixei minha toalha cair, e fingindo surpresa olhei para ela, que por sua vez olhava diretamente para meu pau, que de tão duro apontava para o teto. Ela passou até um tempinho olhando, tempinho esse que eu aproveitei para admirar seu corpo em trajes íntimos, mas quando ela viu que eu a olhava ela disse, sem desviar os olhos de meu pau: “Eita, menino! Por que é que isso tá assim?”..."

(continua...)

Conto animado: Filha bêbada não tem dono!

"...Mas as coisas apenas pioraram! Minha filha, Carolina, passou a chegar das festinhas de pileque e pra não me aborrecer acabava ficando quieto no meu canto. Ela já estava com 18 anos e aprontando tanto que eu já pensava até em dar-lhe umas boas tapas na cara pra largar de ser tão inconsequente. Em certa noite, passava das três horas da madrugada quando tive que levantar ao ouvir barulhos vindos da sala. Era Carolina que de tão bêbada derrubou uma cadeira no chão da sala. Sem que ela percebesse fiquei ali observando tudo e esperando o melhor momento de dar-lhe uma boa surra. Ela ainda ficou alguns minutos na sala cambaleando e terminando de beber sua latinha de cerveja. Ela estava de minissaia de couro, bem curtinha, e uma blusinha bem decotada. Acho que pelo fato de estar tão bêbada não percebeu que sua saia estava subindo e deixava boa parte de sua bunda de fora. Enfim ela terminou a cerveja e largou a latinha ali mesmo no chão, derramando o restinho que sobrava e seguiu para seus aposentos. A hora de umas boas palmadas havia chegado..."

(continua...)

Conto animado: Estupro coletivo no trem!

"...Continuei com uma mão segurando na barra do vagão do trem, com a outra abraçando os meus materiais da faculdade e uma bolsa pequena pendurada em meus ombros. Foi quando o loiro encostou com força em meu traseiro, já com o pênis duro e ficou roçando e pressionando meu rego. De início olhei para trás com cara de brava para intimidá-lo, mas ele disse em tom ameaçador: "Fica quietinha e colabora! Se você veio aqui pro fundo, no mínimo você quer é ser comida!". Então ele enfiou a mão no meio das minhas pernas e passou na minha buceta! Eu fiquei arrepiada, assustada... Será que esse cara além de me bolinar vai querer me comer bem aqui?! Impossível!!! Mas naquele ambiente escuro, sem ter para onde correr, fiquei sem ação. Ele começou a dedilhar minha xoxota suavemente e eu tentando controlar meus sentimentos, mas a carne falou mas alto e fiquei com tesão! Gemia em pensamento com os olhos fechados para ver se ele não percebia. Mas aí ele tirou a mão e me disse ao pé do ouvido: "Tá molhada, né?! Você gostando vai ser melhor! Assim você goza e a gente também!". Ops! A gente?..."

(continua...)

Conto animado: A minha dívida com um perigoso traficante!

"...Quando acordei já era dia! Eu estava só de cueca no sofá da sala e com minhas mãos amarradas para trás. Emiliana, minha filha de apenas 18 anos, estava em pé, com um olhar de tristeza e decepção, só de calcinha, as mãos também amarradas, submissa e ouvindo Valdir, o perigoso traficante, explicar toda a situação enquanto apalpava seu corpo inocente. Ela estava enojada com a situação, mas acho que estava muito mais enojada em saber as verdades que o cafajeste estava contando a meu respeito. Vi minha imagem de pai ser demolida em poucas palavras. Eles pareciam conversar cordialmente, não tinham notado que eu já estava acordado. “Como eu posso confiar que você não vai fazer nenhum mal pro meu pai depois?”, perguntou minha filha ao salafrário. “Seu pai já fez isso a ele mesmo. Ele está viciado! Eu só quero meu pagamento. Eu podia muito bem te comer à força, mas assim, além de me dar trabalho, eu estaria te roubando. E não sou ladrão! Se você der pra mim, bem boazinha, vou considerar a dívida paga!”, respondeu o traficante. Ouvir aquela negociação me sacudiu por dentro, explodiu meu sangue..."

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Conto animado: Perdidas e sem roupa na cachoeira!

"...Minha prima passou em casa e me chamou pra irmos à cachoeira, olhei para o céu e disse: "Renata, está muito nublado! É melhor não irmos hoje!". Ela insistiu: "Ah, não! Eu já preparei nosso lanche! Se arruma e vamos!". Com a insistência dela, acabei topando! Passamos o dia como sempre, nadamos, brincamos, comemos sanduíche e nos divertimos muito! No final da tarde, começou a chover e resolvemos ir embora! Mas para o nosso espanto, nossas roupas e toalhas tinham sumido e pra piorar, os pneus de nosso carro estavam murchos! Ficamos desesperadas, pois a cachoeira estava deserta e não tinha ninguém para nos ajudar! Teríamos que ir embora a pé, já estava anoitecendo e estávamos só de biquíni!!! Ficamos mais apavoradas ainda quando imaginamos que deveria ter sido algum tarado que havia feito isso! Além disso, comprei meu biquíni quando eu tinha 14 anos e encorpei muito depois disso, estava bem indecente, minha bunda e seios mal cabiam nele! Então andamos um pouco e chegamos a um casarão, foi quando vimos quatro garotos comendo churrasco e bebendo cerveja..."

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Conto animado: Pegas de surpresa pelo servente da escola!

"...Mas nós ainda não estávamos completamente satisfeitas! E já não tínhamos mais toda aquela preocupação de sermos descobertas, ali escondidas, transando no almoxarifado da escola! Então trocamos de posição, eu sentei em uma caixa de produtos de limpeza, abri bem as pernas e Naty voltou a me chupar. A safadinha sabia como fazer aquilo e eu não conseguia conter os meus gemidos, tamanho era o tesão que estava sentindo naquele momento! Foi quando de repente escutamos um barulho: "Nheeec!!!". A porta se abriu rapidamente... Ficamos brancas de medo... Era o servente da escola, o Seu Manoel! O maldito tinha a chave do almoxarifado e pegou a gente no flagra! Ele fez uma cara de espanto e parecia não acreditar naquilo: duas ninfetas peladinhas se pegando com vontade! A Naty estava toda babada chupando a minha bucetinha e o asqueroso tinha visto tudo! Seu Manoel era um funcionário antigo da escola, um coroa bem magrinho, de nariz grande e pontudo, desdentado, peludo, tinha fama de rabugento e nunca tirava seu uniforme de trabalho, talvez por esse motivo era tão fedido..."

(continua...)

Conto animado: Como descolei uma grana com vovô!

"...E na saída da aula fui fazer uma visitinha ao meu vô. E não demorou para ele abrir a porta depois que toquei a campainha... "Minha netinha! Quanto tempo!". Vovô estava com uma cueca samba-canção, uma camisa branca, com os seus poucos cabelos grisalhos despenteados e com a mesma barriguinha de sempre! Ele já foi me puxando pra dentro, me abraçando e alisando minhas costas, até relar na minha bunda! Eu achava ótimo o uniforme da escola ser uma saia, pois é bem mais divertido judiar do meu vô e dos garotos dessa forma! Então meu avô sentou-se no sofá e eu fui beber água. E lá da cozinha ouvi: "Vem cá, Lurdinha!". Quando voltei, o encontrei todo esparramado, com o cacete escapando pelo ladinho da cueca! Era o momento certo pra começar a brincadeira e conseguir meu dinheirinho! Sentei no colo dele e minha saia levantou um pouco, deixando minhas pernas descobertas! "Minha netinha! Cada dia mais linda!". Vovô colocou uma mão em minha cintura e com a outra alisou minha coxa num ritmo que levantou minha saia de vez, deixando minha calcinha de algodão aparecendo todinha..."

(continua...)

Conto animado: Mendigo

"...Quando eu estava fechando o portão para entrar, vejo vindo na esquina um moço escuro, todo sujo, descalço e molhado: era um mendigo! Entrei pra casa com aquele ar de pena daquele moço que aparentava ter uns 35 anos. Passados alguns minutos, já tomando o café da manhã me bateu uma vontade de tentar ajudar aquele homem, embora já achasse que ele teria ido embora, fui até o guarda roupas escolhi umas roupas que meu marido não usava mais e corri até o portão meio que sem esperança. Mas para minha surpresa ele estava sentado, encostado em nosso muro se protegendo da chuva. Sem que ele me visse, primeiro fiquei observando o seu comportamento por alguns minutos, pois eu estava sozinha e não queria me arriscar. Passei a observar o seu porte físico e o seu rosto, meio barbudo. Quando de repente ele se levanta e se vira para o muro e começa a abrir o zíper de sua calça. Fiquei meio sem jeito, mas logo relaxei, pois eu estava ali sozinha, não tinha ninguém na rua, os vizinhos pareciam que ainda dormiam e logo me ajeitei melhor para presenciar..."

(continua...)

Conto animado: Incesto incesto

"...Em casa sempre fomos muito íntimos e não hesitávamos em ficar nus uns na frente dos outros na hora de se trocar ou de entrar ou sair do banho. Apesar disso, percebi que meu filho estava evitando ficar nu na minha frente, mas para isso eu nem ligava. O que começou a me perturbar foi o jeito com que Vinícius começou a me olhar quando me via sem roupa, ou apenas de calcinha e sutiã. Inúmeras vezes percebi seu olhar por trás em meu bumbum ou pela frente em meus seios ou na vagina. Essa situação começou a me perturbar e ainda piorou quando percebi que ele sempre arrumava desculpas para ficar perto de mim quando eu estava pelada. Sempre que eu entrava no banho, ele esperava uns 10 ou 15 minutos e batia na porta dizendo que queria escovar os dentes e lá ficava puxando assunto comigo até eu sair do box e começar a me secar. Algumas vezes até roçou seu corpo no meu, fingindo ser sem querer. Isto estava me deixando com uma enorme interrogação na cabeça. Eu pensava: "Será que meu filho está mesmo me cobiçando ou será que isso tudo é uma invenção da minha cabeça?!"..."

(continua...)

Conto animado: Eu, nerd e feinho, e a loira gostosa do trampo!

"...Eu me chamo Johnny, sou gordinho, feio, uso óculos, o típico nerd que nunca ficou com ninguém direito. Cheguei a namorar uma menina, mas a vadia largou de mim porque não queria compromisso e tinha vergonha de aparecer comigo nos lugares, depois descobri que ela só queria dar pra todo mundo. Bom, fiquei decepcionado e sozinho desde então e achei que nunca encontraria uma mulher legal pra mim. Não pensava que comeria alguém só por comer, não sou atraente e não tenho jeito com as mulheres. Mas aí mudei de trabalho e conheci a Josie, uma loirinha natural, lindíssima, mais alta do que eu e muito, mas muito peituda, ela sempre ia vestida com roupas bem sexys para o trabalho e a rapaziada ficava babando. Talvez pelo fato de eu achar que nunca rolaria nada, tratei ela com naturalidade e sem ficar admirando muito a beleza dela. E acho que por isso ficamos muito amigos. Sempre ficávamos conversando no intervalo do trabalho, na hora do esperado cafezinho! Ela sempre falou dos casos dela, namorados, pedia conselhos, etc... O fato é que eu sempre fui o amiguinho que..."

(continua...)

Conto animado: Pai e filha!

"...Somos uma família normal, mas temos o costume de ficar sempre muito à vontade em casa. Desde os meus 17 anos, quando entrei na faculdade, tive que ir morar sozinho, nisso peguei a mania de andar pelado... Totalmente nu ou só com uma camiseta, mas sempre sem nada por baixo! Isso acabou virando costume em casa. E tanto eu, como minha esposa e minha filha, adotamos esse estilo de vida. Uns meses atrás, minha esposa viajou para o Canadá a trabalho e iria ficar por lá uns dois meses. Já fazia uns 40 dias que ela viajara e numa sexta-feira eu voltei mais cedo para casa. Minha filha não estava, tinha ido para sua aula de inglês. Quando cheguei, fui direto tomar um banho e depois coloquei apenas minha camiseta branca de algodão. Então fui para a sala de tevê relaxar um pouco assistindo a um filme. Depois de certo tempo, acabei adormecendo no sofá e nem percebi que minha filha havia chegado. Quando acordei, ela estava rindo na minha frente. Então perguntei: “Por que a risada?” e ela disse: “Tudo isso é saudade da mamãe?”, apontando para o meu pinto, que estava totalmente duro..."

(continua...)

Conto animado: Barcelona e Santos F.C.

"...Sou casado e minha esposa tem raiva dessa minha paixão pelo Santos. Acho que é um pouco de ciúmes, pois eu sempre coloco o meu time na frente dela. Nosso quarto é repleto de pôsteres do Santos, do Pelé, do Robinho, do Neymar e isso também a deixa furiosa. Começamos a namorar na faculdade, ela se chama Andréa e apesar de ter aspecto de nerd, por usar óculos, é muito gostosa. Ela é alta, seios grandes e bumbum avantajado. Santana, um dos meus melhores amigos é corintiano roxo. Somos amigos desde a infância e sempre zombamos um do outro. Mas já fazia um certo tempo que o Santos não ganhava do Corinthians, então eu já estava bem farto de suas zoeiras! Um dia antes da partida do Santos contra o Barça, ele me ligou e disse que queria assistir comigo. O jogo era de tarde e iríamos enforcar o trabalho! Na noite anterior, eu estava muito ansioso, mas bem confiante em meu time. Colei mais um pôster na parede do quarto, ritual que eu sempre fazia antes de jogos importantes e fui me deitar. Minha esposa não gostou muito, mas ela já estava tão acostumada que apenas me olhou feio..."

(continua...)





Conto animado: Carnaval

"...Era carnaval e eu estava saindo de viagem para Belo Horizonte. A rodoviária estava cheia de jovens universitários em total clima de bagunça e azaração... Já eu, no alto dos meus 35 anos, casada e com vida profissional estabelecida, estava saindo de viagem com um propósito bem menos contagiante: minha tia-avó estava hospitalizada! Como ela não tinha filhos e eu era da linha de parentes mais próximos, tinha que visitá-la. Enquanto esperava sozinha pelo meu ônibus, já que meu marido teve que ficar trabalhando, olhava toda aquela movimentação com sentimento de nostalgia. Via os meninos, em grupo, conversando, bebendo cerveja e já reparando nas meninas que passavam, como gaviões sempre preparados para o ataque, analisando as possíveis presas. Na minha época de faculdade, eu era, modéstia à parte, uma presa e tanto! E adorava ter esses gaviões a me espreitar. Ainda sou uma mulher bem bonita, mas esse clima de universidade, esse clima de tesão latente, de feromônio no ar, isso passa com o tempo. E faz uma faaalta! Confesso que senti uma pontinha de inveja daquelas jovens meninas..."

(continua...)

Conto animado: Papai Noel

"...Faltava uma semana para o Natal, fazia muito calor e as lojas estavam lotadas! Chegamos ao Shopping e notei que tudo estava muito bem decorado! Além do Papai Noel sentado em sua poltrona vermelha de feltro, havia uma casinha bem pequena ao fundo, que era sua oficina de brinquedos, com renas presas a um trenó na porta e vários elfos que ajudavam o bom velhinho com a criançada! Fomos para a fila e após alguns minutos chegou a vez dos meus irmãos... Papai Noel os atendeu e logo após me chamou para sentar em seu colo pra fazer o pedido de Natal! Nesse momento eu senti os olhares dos pais das crianças, adorando a situação, visto que eu usava uma blusinha colada ao corpo, que valorizava meus enormes seios e uma minissaia bem curta, que deixava o meu bumbum quase de fora! Muito sem graça e com receio de fazer uma desfeita para aquele velhinho bondoso, eu me sentei em seu colo e fiz o que pude para não deixar minha calcinha à mostra. Nisso Papai Noel colocou o saco de pirulitos que ele distribuía para as crianças no colo e disse: "Escolhe seu pirulito, jovenzinha!"..."

(continua...)

Conto animado: Telejornal

"...Nessa época, eu já acumulava as funções de editor-chefe e apresentador do telejornal de maior prestígio da emissora. Minha vida era uma correria e por conta do estresse acabei cultivando um hábito que me deixava mais relaxado na hora de entrar ao vivo... No cenário do telejornal existia uma grande bancada que separava eu e Viviane dos câmeras, redatores e demais funcionários do programa, ou seja, assim como o público de casa, todos que trabalhavam ali só conseguiam ver a gente da cintura pra cima! Então eu apresentava o jornal de terno e gravata e embaixo apenas de cueca samba-canção. Viviane era a única que sabia desse meu costume por trás dos bastidores, mas entendia e aceitava perfeitamente essa mania. Tanto que um dia ela me surpreendeu! Eu já estava posicionado e sentado de cueca em minha cadeira, escondido pela bancada, decorando as manchetes do dia, quando ela se senta do meu lado vestindo um blazer rosê muito elegante e embaixo apenas uma calcinha vermelha fio dental. Eu não costumo falar palavrão, mas, “Puta que pariu!”, que rabo gostoso e perfeito era aquele..."

(continua...)

Conto animado: Panicat

"...Então, quando a aula na faculdade terminou, dois rapazes se aproximaram de mim e disseram que conheciam o diretor de televisão Ercílio Zupita e que iriam me tornar a nova Panicat! Após algum tempo de conversa e convencida de que eles poderiam mesmo me ajudar na realização do meu sonho, fomos juntos até o apartamento de um deles, onde faríamos um ensaio sensual que seria enviado ao Sr. Zupita! Mas a coisa não caminhou como eu esperava... Depois de várias fotos, onde fiquei apenas de lingerie, um dos rapazes me deu uma "gravata" e me colocou pra dormir! Quando eu acordei, estava amordaçada, com as mãos amarradas e sentada no caralho de um deles, que me bombava impiedosamente! O outro estava com a câmera na mão, filmando tudo! Eles vestiam máscaras de palhaços e davam muita risada! O barulho das estocadas era alto e eu sentia o saco batendo em minhas nádegas! Eu tentei me desvencilhar, mas ele era muito forte! O pau dele também era grande e grosso e estava rasgando por completo a minha bucetinha rosinha e toda depiladinha ao estilo moicano..."

(continua...)

Conto animado: Traindo o marido

"...Me chamo Carolina e estou aqui para contar uma experiência que tive com o meu marido... Fui criada em uma família muito tradicional e o sexo com o meu marido sempre foi normal, sexo oral bem tímido (nunca engoli porra) e vaginal bem básico, o sexo anal ainda era tabu pra mim. Nós já estamos casados há alguns anos e com todo esse tempo, senti que o desejo estava acabando. Em conversa com algumas amigas íntimas, onde descrevi o que acontecia, elas me falaram a seguinte frase: “Arroz com feijão é bom, mas todo dia enjoa e o cliente troca de restaurante!”. Fiquei com isso na cabeça e percebi que precisava fazer alguma coisa. Nas nossas transas ele sempre me chamava de putinha ou vagabunda, eu até que gostava mas às vezes me sentia um pouco ofendida. Ele já tinha me confidenciado que tinha muita vontade de comer uma puta, mas tinha que ser uma daquelas bem vagabundas mesmo! Aí eu pensei: “Por que eu não sou essa puta!?”. Então comprei os apetrechos pra que isso se concretizasse: espartilho, meia 7/8, calcinha fio-dental bem pequenininha..."

(continua...)

Conto animado: Ônibus cheio

"...Normalmente malho no início da tarde, mas de vez em quando preciso fazer algumas coisas e chego na academia lá pelas 17 horas. Aí que o problema começa, pois quando saio para voltar para casa pego o ônibus lotado do pessoal vontando do serviço. Minhas roupas de malhação são geralmente um top e uma bermuda ou shortinho de lycra que marcam bem o corpo todo, roupas muito comuns em academias. Sempre que eu entrava no ônibus lotado eu já sabia que seria encoxada por algum espertinho. Eu sempre levava umas passadas de mão, beliscões, bolinadas, etc... Era inevitável, não tinha nem como reclamar, na verdade nem dava para saber quem era o autor das gracinhas. Certo dia, em uma dessas voltas da academia, em que eu estava usando um shortinho de lycra branco bem pequeno e que marcava bem a minha bucetinha, senti um cara muito inconveniente me roçando na bunda insistentemente, chegou a me incomodar, pois percebi claramente o volume enorme na sua calça. Olhei para trás e me deparei com um negro forte e de barba serrada, devia ter uns trinta e poucos anos..."

(continua...)

Conto animado: Freddy Krueger

"...Era uma noite sinistra e chuvosa de sexta-feira! Eu estava sozinha em casa e sem nada programado para fazer! Então resolvi assistir um filminho! Fui até a coleção de DVDs de meu irmão mais velho e escolhi um que estava na seção de filmes de terror: "A Hora do Pesadelo". Era um filme sobre um grupo de adolescentes aterrorizados em seus pesadelos por um psicopata, assassino de crianças, chamado Freddy Krueger! Eu morro de medo de filmes de terror, aliás, sou a pessoa mais medrosa que conheço! Mas naquela noite eu resolvi testar os limites do meu pavor! E até hoje me arrependo por isso... Apesar da forte chuva e das trovoadas que caíam lá fora, era uma noite bem quente! Eu estava bem à vontade e fresquinha, com uma camisolinha bem fininha, quase transparente, e uma calcinha bem pequena e toda atoladinha na bunda. Por causa do calor, eu também estava sem sutiã. Então eu fiz um baldão de pipocas, coloquei bastante sal e manteiga, enchi um copo com Coca-Cola, apaguei todas as luzes da casa, liguei o aparelho de DVD na sala e comecei a assistir ao filme..."

(continua...)

Conto animado: Minha tia popozuda!

"...Lembro que minha primeira punheta foi por causa da minha tia Miriam, que é irmã mais nova do meu pai. Depois disso, virei um viciado em me masturbar; principalmente quando via tia Miriam, na casa da minha avó, vestindo aqueles shorts que realçavam seu popozão ou saias tão curtas que muitas vezes dava pra ver até sua calcinha enfiadinha. Eu corria pro banheiro e chegava a esfolar meu pinto de tanto tocar punheta, eram duas e até três em menos de uma hora! Mas foi ficando mais vezes na casa da minha avó é que fui me dar conta de que poderia ver tia Miriam do jeito que ela veio ao mundo! Como morávamos em uma cidade histórica e a casa da minha avó era do século dezenove, tudo era muito velho! Até as fechaduras das portas eram tão antigas que dava pra enfiar um dedo pelo buraco da chave. Como meus pais trabalhavam, passei a ficar depois das aulas na casa da minha avó só esperando a oportunidade pra ir espiar a tia Miriam tomando banho. Quando descobri que minha avó participava de um grupo de idosos todas as quartas-feiras, foi nesse dia que passei a ir sempre pra sua casa..."

(continua...)

Conto animado: Comi a amiga da minha mãe!

"...Já eram seis da manhã, quando Cristina disse que queria tomar um banho e como ela não tinha levado roupa pra dormir, pediu que eu entrasse no quarto da minha mãe e pegasse alguma roupa para ela enquanto ela tomava banho. Então eu fui até o closet da minha mãe pegar algo pra ela vestir. Lógico que eu percebi que era minha chance de ver aquela amiga da minha mãe deliciosa com uma roupinha muito curta! Eu peguei um shortinho curtíssimo de um tecido de lycra, que ficaria bem agarradinho nela, e uma blusinha que tinha um belo decote. Feito isso, fui até o banheiro, bati na porta e disse para Cristina que estava com a roupa e que iria deixar pendurada na maçaneta. Ela disse que a porta estava aberta e eu podia entrar para deixar a roupa dentro do banheiro. Quando entrei, fiquei doido de tesão! Eu vi aquela loira deliciosa dentro do box, com aqueles peitos enormes e lindos e com uma bucetinha com um corte no estilo moicano que me deixou de pau duro na mesma hora! Ela percebeu meu estado, me olhou com uma cara de puta e perguntou: “O que foi? Nunca viu uma mulher pelada, Paulinho? Fala sério!”..."

(continua...)

Conto animado: Fui obrigado a violentar minha filha!

"...Fomos até um caixa eletrônico onde saquei quase tudo que tinha em minha conta. Nosso maior pesadelo começou nesse momento. Quando voltei para o carro um dos bandidos já estava atacando minha filha, com as mãos em seus seios e tentando beijá-la. "Sua filhinha é muito gostosa, patrão! Agora a gente vai se divertir um pouco com ela!", disse um deles pra mim, me empurrando ao mesmo tempo pra dentro do carro. Andrea, que estava de blusinha bastante decotada valorizando ainda mais seus peitos enormes, chorava muito e eu estava desesperado sem poder fazer nada. Fui obrigado a dirigir até um terreno baldio com mato alto e muito entulho, provavelmente restos de uma casa que não acabou de ser construída. Descemos do carro, um deles se afastou e voltou com cordas na mão. Fui amarrado em um pilar que restava da construção, onde pude assistir a tudo. Os dois amarraram Andrea pelas mãos em um pedaço de cano que ainda estava preso ao chão. Ela estava deitada, presa com as mãos acima da cabeça, totalmente indefesa. Um deles começou a rasgar a roupa dela com as mãos..."

(continua...)

Conto animado: Perdi a virgindade com a prima dormindo.

"...Chegando lá, começamos a nos preparar para dormir... Alguns foram jogar videogame, mas eu não quis, pois já estava caindo de sono! Então, sem planejar nada, troquei a camiseta e me joguei numa cama de casal que tinha lá e comecei a fingir que estava dormindo. Enquanto meus primos jogavam videogame, minhas primas mais velhas entraram no quarto onde eu estava "dormindo"... Não dava pra ouvir muito, pois estavam sussurrando, mas deu pra perceber que Larissa estava reclamando! Consegui ouvir um "Não acredito que vou ter que dormir no chão!" e "Quer saber, vou dormir com o Léo na cama de casal mesmo, sei que ele não vai aprontar nada comigo!". Engoli seco aquela frase dela, afinal já estava acostumado com os comentários maldosos acerca de minha virgindade! Mas na minha mente eu já mirabolava um plano pra me vingar! Depois de um tempinho reclamando, Larissa colocou a sua roupinha de dormir: apenas um shortinho e uma blusinha velha! Ela se trocou bem na minha frente! E eu, deitado, "fingindo que dormia", mas de olhos semiabertos espiava cada movimento daquela deusa se trocando..."

(continua...)

Conto animado: Despedida de solteira.

"...Chegou o dia da despedida! Minhas amigas me disseram que minha noite seria inesquecível! Elas me levaram, sem eu saber, para uma boate de strippers no centro da cidade. Nesse dia, meu noivo Felippe ficou em casa jogando sinuca com uns amigos e bebendo vinho, a única bebida alcóolica que ele gostava, e sequer passava pela cabeça dele que eu poderia estar em um local só para mulheres e cheio de gogo boys saradíssimos... Ficamos sentadas em uma mesinha perto do local onde rolava o show, era uma enorme passarela que levava para um palco onde os strippers tiravam a roupa e brincavam com as meninas da plateia! Estava rolando um showzinho com um cara superpreparado que dançava fantasiado de zorro e foi tirando peça por peça até ficar completamente nu! Enquanto isso, várias garotas subiam no palco para alisar o rapaz, inclusive algumas mais abusadas começaram a masturbar o gogo boy deixando seu pênis completamente ereto! Uma pouca vergonha! Mas eu já estava lá e resolvi curtir, até fiquei mais relaxada achando que a surpresa que elas tinha me preparado era apenas isso..."

(continua...)

Conto animado: Namorada travesti.

"...Eu já estava desanimado quando Soninha me mandou um e-mail e disse que tinha que me contar algo sobre ela, mas pediu que eu tivesse tranquilidade para entender o que ela queria me falar. Fiquei inquieto e curioso, mas deixei claro que eu era uma pessoa livre de preconceitos e, por tal motivo, ela poderia se abrir comigo! Naquela noite, Soninha e eu conversamos no chat. Ela me contou suas angústias e dificuldades que enfrentou ao longo da vida, pois na realidade ela era uma mulher num corpo de homem! Tal fato não me causou qualquer repulsa e, por isso mesmo, afirmei que mantinha meu propósito de conhecê-la pessoalmente... Assim, marcamos um encontro para a noite seguinte num barzinho no bairro boêmio da Lapa, pois tinha certeza que ali ninguém tomaria conta de nossas vidas face ao ambiente extremamente liberal do local. No horário combinado estava eu sentado à mesa quando uma belíssima mulher adentrou o recinto. Seus olhos claros e amendoados procuraram por contato até que fitaram em minha direção e eu tive então certeza: era Soninha..."

(continua...)

Conto animado: Namorada travesti.

"...Chegamos ao estádio do Morumbi e fomos em direção à arquibancada, que já estava bem lotada! Procuramos um local estratégico, bem pertinho do gramado, pois meu noivo queria ver o Muricy de perto e tirar fotos dos jogadores. Acho que todos ali pensaram a mesma coisa, pois em pouco tempo aquele espaço ficou bem apertado, com as pessoas em cima uma das outras. O jogo já estava prestes a começar e o técnico Muricy veio saldar a torcida. Nessa hora todos vieram à loucura, gritaram o nome dele e soltaram rojões. Meu noivo todo animado e preocupado em tirar as melhores fotos, nem me olhava mais, até esqueceu que eu estava ali toda gostosona... E foi aí que a coisa começou! Eu senti um hálito quente em minha orelha, o que me fez ficar toda arrepiada! Foi então que percebi que era um rapaz alto e de corpo atlético. Ele encostou-se em mim e pude sentir um cacete bem duro resvalando no meu bumbum! Olhei para o lado e meu noivo não estava nem aí! Só estava interessado em gritar "Muricy! Muricy!" e nem desconfiava que a sua noivinha estivesse começando a ser encoxada bem gostoso..."

(continua...)

Conto animado: Babá gostosa

"...O tempo foi passando e eu comecei a ficar mais à vontade na casa. Tanto meu patrão quanto sua mulher ficavam o dia todo fora, Gabriel ora estava no computador, ora na frente da televisão ou brincando com seus brinquedos e André, estudava em um colégio particular e chegava somente de tarde. Portanto, eu tinha tempo de sobra para estudar e fazer minhas coisas! Eu adorava sentar na sala pra estudar em cima do tapete felpudo, e numa dessas vezes, dormi por estar muito cansada de estudar. Pro meu espanto, acordei com o André sentado ao meu lado e olhando fixamente pra minha bucetinha. Perguntei o que ele queria e ele meio envergonhado disse: “Nada!”. E correu para o quarto. Devo admitir que aquilo meio que mexeu comigo, fiquei excitada com aquilo na hora, então decidi me vingar dos maltratos que recebia de André, na semana seguinte comecei a ir trabalhar com as roupas mais justas e provocantes que eu tinha em casa, sempre que André chegava da escola eu dava um jeitinho dele me pegar em alguma posição bem safada, às vezes eu deitava de barriga para cima com as pernas bem abertas..."

(continua...)

Conto animado: A madrugada em que espiamos nossos pais.

"...“Corre, Marcos! Eles estão fazendo agora!”, disse Michele ao entrar em meu quarto. E sem demora a segui por entre os escuros corredores de casa. Não dava para acreditar no que minha irmã me mostrava. Observando pela fina fresta da porta entreaberta do quarto de nossos pais, Michele e eu espiávamos o que até então eu duvidava: mamãe e papai transando alucinadamente! Ela pulava e rebolava em seu cacete, mexia os seios e soltava gemidos sacanas. “Eu não te falei que dava pra ver!”, murmurou minha irmã antes de voltar sua atenção ao casal erótico que transava dentro do aposento. Era estranho presenciar aquilo, até porque mesmo sabendo que eles transavam, ver com os próprios olhos era meio assustador. E o pior de tudo era a sensação que invadia meu corpo, um misto de nojo e excitação que me hipnotizou naquele momento, não me fez perceber minha ereção e fez meu pênis encostar na bunda da minha irmã, que estava de camisola em minha frente! “Ei, seu tarado! Pode virar essa pica pra lá!”, reclamou minha irmã! “Desculpa, não tive a intenção!”, respondi envergonhado..."

(continua...)

Conto animado: Cuidando do meu filho acidentado.

"...Nos primeiros dias, eu só me preocupava com o bem-estar do meu filho, para que ele se recuperasse o mais rápido possível do acidente. Mas com o passar do tempo, algumas coisas começaram a acontecer! Fiquei observando o corpo dele, enquanto o ajudava no banho, principalmente seu pênis, que mesmo não estando ereto, dava pra ver que tinha um tamanho acima da média. Comecei a me indagar porque estava reparando nisso, pois apesar de ser solteira, sempre tive relacionamentos para saciar meu desejo sexual. Eu e meu filho sempre fomos muito íntimos, mas não a ponto de ter atração um pelo outro! Certa noite, eu já estava dormindo, quando ele quis tomar banho. Novamente, fiquei reparando no pênis dele e de imediato fiquei excitada, ali, de camisola transparente e lavando meu filho pelado na cadeira de rodas, senti um misto de tesão e pudor, algo proibido passava na minha cabeça, ao mesmo tempo que percebi ele olhando "disfarçadamente" para minha buceta, marcada pela calcinha pequena e apertada que eu usava e que a transparência de minhas vestes deixava aparecer..."

(continua...)

Conto animado: Meu marido quis ser corno de um negão!

"...Era um sábado à tarde quando meu marido chegou em casa com o tal jogador novo: um mulato alto e forte. “Querida, esse é o Beto, nosso atacante. Como os jogos são domingo cedo, ele vai dormir aqui aos sábados!”. Certa noite, no meio de uma transa, aconteceu algo que me deixou encucada: meu marido começou a falar no Beto, imaginando que ele é quem estaria me comendo! No dia seguinte, perguntei por que ele fez isso. André desconversou, mas pedi para ele não colocar mais nomes em nossas fantasias. Passado aquele dia, fui dar uma arrumada no quarto dos fundos e, sobre a mesinha, encontrei várias fotos minhas só de calcinha! Na hora percebi que aquilo era coisa do André! Então lembrei que Beto, naquele fim de semana, estava me olhando de modo diferente. Com muita raiva, acabei brigando com meu marido! No sábado, minhas filhas tinham saído e André chamou Beto para tomar um refrigerante na sala. Na maior cara de pau, mostrou seus filmes pornôs e perguntou se ele não queria assistir algum. O rapaz, é lógico, ficou interessadíssimo e escolheu logo o filme com um negro e uma loira..."

(continua...)

Conto animado: Garota de programa

"...Só que tudo tem seu preço! Além de eu ter que transar cerca de dez vezes por dia, eu ainda tenho que aturar o cafetão do local! Adonis, conhecido no ramo pelo vulgo "Doninha", tem cerca de 1,70 metros de altura, é truculento, muito rabugento e gosta de explorar as meninas. Ainda rolam boatos de que ele costuma apagar os desafetos e por esse motivo nunca bati de frente com ele, mesmo com os absurdos que já me fez passar. A boate chama-se "Adonis' Night Club" e lá trabalham cerca de dez meninas que se alternam em shows de strip-tease e abordagem aos clientes nas mesas, tudo sob rígida supervisão de Doninha e seu "três oitão" na cintura! A entrada da casa custa trinta reais e dá direito a três latas de cerveja. Todas as meninas usam "nomes de guerra" e o meu é Jennifer. Eu ainda uso uma peruca cor de rosa e uma lente de contato azul para não ser reconhecida. O dia de maior movimento da casa é na quarta-feira, dia em que os homens costumam dar "perdido" em suas esposas e namoradas usando o futebol na tevê com desculpa. E foi em uma dessas quartas-feiras que tudo aconteceu..."

(continua...)

Conto animado: Garota de programa

"...Na sala de atendimento, me deparei com uma loirinha bem baixinha, mas desproporcionalmente peituda! Ela vestia uma calça branca apertada e uma camiseta também branca, quase transparente. Dava pra ver o contorno dos peitos enormes saindo do sutiã, quando eu fixava o olhar neles. “Olá! Sou a Dra. Michele! Estou atendendo no lugar do Dr. Silvio, que teve problemas particulares. Mas, me conte o que está acontecendo!”. “Oi, doutora! Estou com muita dor aqui!”. E apontei pra bunda... Ela riu e perguntou: “O que andou fazendo, hein?”. Fiquei surpresa e ao mesmo tempo à vontade, daí engatei a resposta: “Pena que não dei pra ninguém, doutora! Acho que foi um inseto!”. “Hum... Deita de bruços na maca pra eu dar uma olhada!”, disse ela, indo lavar as mãos. Eu fui para trás do biombo, tirei a saia e fiquei morta de vergonha, pois senti que minha calcinha estava um pouco molhada, mas mesmo assim deitei e abri as pernas... “Voltei... Uau!!! Que picada! Foi sem dúvida um inseto bem atrevido!”. E senti sua mão macia apalpando minha bunda e examinando com cuidado cada parte de minhas nádegas..."

(continua...)

Conto animado: Ônibus lotado

"...Uma das minhas maiores fantasias é ser bolinada dentro de um ônibus lotado! Então, quando estou na seca, coloco uma roupinha bem de periguete, saia bem curta, uma calcinha minúscula, uma blusinha "tomara que caia" que deixa bem à mostra as minhas marquinhas de biquíni e pego algum ônibus coletivo bem cheio! Só ando cheirosa e raspadinha, pois sou tarada, ninfomaníaca mesmo... E nunca se sabe quando pode acontecer uma transa casual! Então, por volta das cinco e meia da tarde, eu subi em um coletivo que já estava meio cheio. Parei ao lado de um rapaz um pouco mais alto do que eu e dei uma olhada pra ele. Ele correspondeu imediatamente me secando de cima a baixo. Passamos por mais alguns pontos e logo o ônibus já estava totalmente lotado, afinal era o horário do pessoal sair do trabalho. O rapaz, espertinho, sacando meu jeito de piranha, foi se chegando até ficar atrás de mim. Então começamos um “roça-roça” embalado pelo chacoalar do busão! Nessa hora eu senti seu membro, que estava colado no meu rabão, ir crescendo e ganhar tamanho de um mastro de responsa..."

(continua...)

Conto animado: Examinado pela irmã

"...Cheguei em casa mancando de tanta dor no saco! Eu estava pegando uma garota virgem e ela estava fazendo jogo duro. Ficávamos horas no carro se esfregando, mas não passava disso! Ela deixava no máximo eu chupar seus peitos e pegava no meu pau, mas não me fazia gozar. Resultado: eu ficava muito excitado por várias horas ali com ela e não gozava! Quem já passou por isso sabe que dói muito! O saco fica explodindo e faz até a gente mancar ao andar... E quando minha irmã me viu entrar na sala, olhou preocupada e perguntou o que tinha acontecido. Expliquei a situação e ela começou a rir. Falou pra eu parar de pegar pirralhas e arrumar uma mulher de verdade! Porra! A garota tinha 19 anos, a mesma idade que eu! Mas minha irmã já tinha 23 anos e quis dar uma de experiente. Fiquei irritado e disse que iria tomar banho. Que se ela não podia ajudar, que pelo menos não atrapalhasse! Ela continuou rindo e me explicou mais ou menos o motivo da dor... Como ela fazia faculdade de medicina, tinha mania de bancar a “doutora”. E falou que só uma gozada resolveria o meu problema..."

(continua...)

Conto animado: Flanelinha viciado

"...Como me atrasei, fiquei de encontrar com minhas amigas dentro da balada. As ruas estavam entupidas, carros pra todos os lados e os estacionamentos lotados! A saída foi deixar o carro em uma ruazinha um pouco mais longe da "muvuca". Foi quando escutei um "Psiu!". Era um rapaz magérrimo e com olheiras bem fundas! Um flanelinha, que fumava um cachimbo, provavelmente de crack! "Aí, madame! "Dez real" pra estacionar aqui!". Eu respondi que não tinha dinheiro, mas que acertaria mais tarde. Ele, sorridente, disse que para moças bonitas, liberava o pagamento depois. Assustada, corri pra balada! Lá me acabei de dançar no camarote e bebi todas até cinco horas da manhã! Na volta, eu estava completamente embriagada! Sofria para me equilibrar em meu salto e pra piorar, não achava as chaves em minha bolsa e também não me entendia com meu vestido, que de tão curto, fazia aparecer minha calcinha fio-dental e explodia meus enormes seios pra fora! Foi quando me dei conta que aquele viciado assistia a tudo! E eu tinha esquecido de pedir emprestado o dinheiro para as meninas..."

(continua...)

Conto animado: Bucetão

"...Tive que explicar que não estava menstruada e aquela saliência toda era porque minha perereca era muito grande. Ela só acreditou quando mostrei minha buceta no vestiário. Envergonhada, contei que um ex-namorado quando viu minha xoxota pela primeira vez disse que daquele tamanho ele só tinha visto em vaca e égua, o que na época me magoou bastante. Mas, tudo mudou até que um fato aconteceu na minha vida. Relatei, então, a essa amiga, a minha história, e agora vou contar para vocês... Apesar de me sentir infeliz com o meu problema, não conseguia usar calcinhas grandes e jeans folgados. Adoro calças de malha e shortinhos que realçam a cintura. Vestida assim, sinto-me mais bonita e feminina. Durante minhas caminhadas pelo calçadão da praia, não tinha um cara sequer que, depois de "medir" meu rosto e meus seios, não levava um susto tremendo quando avistava aquele monte enorme entre minhas pernas. Alguns chegavam a fazer piadinhas grosseiras do tipo “Ô vaca!”, “Que bucetão!”. Apesar do constrangimento, eu preferia não ligar e continuava a usar minhas roupas coladas..."

(continua...)

Conto animado: Namorada e pai.

"...Numa noite de sábado, eu e Alice fomos pra casa do pai dela tomar cerveja, comer petiscos e ouvir música. Um programa bem casual. Já tarde da noite e muitas garrafas depois, Alice ficou bêbada e acabou apagando no sofá, me deixando sozinho com o meu sogro. Conversa vai e vem, o assunto acaba chegando em sexo. Ele me perguntou se eu estava transando de camisinha com a filha dele, se eu comia putas por aí e disse que eu devia tomar cuidado pra não passar doenças pra Alice. Quando eu perguntei sobre a sua vida sexual, ele me respondeu que estava meio na "seca", que perdeu o contato com a mulherada e que estava pensando em ir à zona tirar o atraso. Durante esse diálogo, me veio na cabeça uma coisa muito louca até mesmo pra mim que sou um cara bem liberal quando o assunto é sexo! E se eu fizesse minha namorada, filha dele, transar com ele? Obviamente nenhum dos dois jamais aceitaria. Eu já tinha anteriormente abordado um assunto sobre incesto com Alice e tudo o que ela fez foi ter nojo! Mas aí eu tive uma ideia bizarra, que poderia dar certo..."

(continua...)

Conto animado: Casa da sogra

"...Ao meio-dia, eu levava a minha cunhada de treze anos para a escola e na parte da tarde eu procurava emprego na internet. Mas estava muito difícil arrumar algum serviço que prestasse! Pra piorar a situação, as coisas também não estavam muito boas financeiramente na residência de meus sogros! A máquina de lavar quebrou e ninguém tinha dinheiro para consertar! Então a minha sogra teve que lavar as roupas na mão e como eram muitas pessoas na casa, as peças se acumulavam! Preferencialmente as dela, que também estava desempregada e não precisava tanto assim de roupas em ordem. Com isso, ela passou a usar vestidos mais velhos e mais curtos, acredito que de uma época que era mais magra. Esses vestidos, às vezes, permitiam ver toda a extensão das suas pernas torneadas e brancas. Ela era uma coroa enxuta! Em uma tarde, fui fumar um cigarrinho no quintal e lá estava minha sogra debruçada no tanque! Ela usava um vestidinho daqueles que falei e com uma boa parte da bunda de fora! Não me contive e elogiei o seu belo par de coxas. Ela me olhou com reprovação..."

(continua...)

Conto animado: Professor de MMA

"...Então no sábado, me troquei e fui para a academia. Chegando lá, vi que havia poucas pessoas na aula. Apenas eu, outra menina e quatro rapazes mais novos, mas nada que chamasse a atenção, até porque não gosto de “frangotes”. Mas o professor sim! Moreno de praia, barba cerrada, bem alto e com certeza com mais de 100 quilos! Seu rosto não era belo, mas tinha aquele jeito de macho que deixa as mulheres molhadinhas. Ele tinha uma voz muito grave, daquelas que um pedido no mesmo instante vira ordem. Orelhas características de lutador de jiu-jitsu, com a cartilagem toda comida, e uma mão tão grande que poderia me imobilizar por inteiro sem fazer muita força. Só as mulheres que apreciam este tipo de homem sabem do que estou falando, a sensação de ser possuída por um monstro deste tipo, acaba com todas as nossas defesas! Seu nome é Rico e nas apresentações fiquei viajando naquele homenzarrão! O treino rolou numa boa e participar daquela aula inaugural de MMA foi uma ótima ideia! Eu queimei muitas calorias e já tinha esquecido o filho da puta do meu noivo com os amigos na Bahia..."

(continua...)

Conto animado: Gorda da faculdade

"...Eu me chamo Silas, tenho 25 anos e faço faculdade de Administração. Na minha sala tem uma gorda que se chama Ana Paula, ela tem 22 anos e é até bonita de rosto, mas é daquelas gordas de peitão e bunda gigantes, uma barriga pra frente e um par de coxas bem roliças. Quando ela senta na cadeira a bunda ainda sobra para os lados! A garota era tão grande, que chamava a atenção de todos por onde passava! Diziam que ela ainda era virgem, pois não seria qualquer cara que teria coragem de comer ali! Ana Paula era bem branca, olhos claros e cabelos pretos bem compridos. Na classe, a molecada vivia tirando sarro e ridicularizando a coitada, xingando de baleia, falando que ela ia morrer virgem e que ia sufocar o cara com quem transasse de tão pesada que era. A galera não perdoava nas gozações e eu via que isso a deixava bastante deprimida! Por conta dos insultos e do bullying sofrido, ela ficava cada vez mais isolada e quase não tinha amigos. Eu tinha pena e até sentia uma certa atração por ela, mas eu guardava segredo para também não ser zuado pela galera..."

(continua...)

Conto animado: Dei pro meu pai

"...Meus pais se separaram quando eu estava com 10 anos apenas! Logo depois da separação minha mãe casou-se novamente com um homem bem mais velho. E como eu não me dava bem com o novo padrasto, fui morar com meu pai, que desde então era o mais novo coroa solteirão! A história que estou narrando, aconteceu há cerca de três meses e meu pai tinha acabado de completar 45 anos! Eram férias de julho da faculdade, eu acordava mais tarde e como o único banheiro do apartamento ficava no meu quarto, meu pai pedia para que eu deixasse a porta aberta para que ele pudesse tomar banho antes do serviço. Nessa época, eu vinha tendo uns sonhos eróticos, eu acho que porque fazia muito tempo que eu não transava, e sempre acordava com a bucetinha toda molhada! Às vezes até com o pijaminha arreado! Isso estava me deixando muito preocupada, pois meu pai entrava em meu quarto e podia reparar no jeito que eu dormia. Que vergonha!!! Certo dia, eu tinha marcado médico para bem cedo, e por isso levantei junto com meu pai. Pra variar eu tinha tido mais um daqueles sonhos..."

(continua...)

Conto animado: Velho tarado

"...Bom, o que vou contar pra vocês aconteceu no Parque do Ibirapuera em São Paulo! Como eu estava de férias na época do acontecido, resolvi ir até lá pra passear e praticar um pouco de atividade física. Era um belo fim de tarde, o parque já estava bem vazio e eu caminhava bem tranquila, quando de repente percebi que havia um velho que não saia de trás de mim! Fiquei assustada e aumentei a velocidade das passadas, mas o velho continuou me seguindo! Então parei para beber água perto de outras pessoas e ele seguiu em frente. Aliviada, dei mais um tempinho e segui com a minha caminhada. A essa altura, eu já estava toda molhadinha de suor! Eu vestia um short de lycra que marcava minha bunda enorme, uma calcinha minúscula bem enterrada e um top de ginástica. Para ter certeza que tinha despistado aquele velho, resolvi cortar caminho andando na trilha que tem em volta do parque. Mas quando menos espero, escuto um gemido estranho! E curiosa como sou, fui olhar... Adivinhe só! Era o tal velho, sentando em um banquinho e batendo uma punheta na maior cara de pau..."

(continua...)

Conto animado: Comi a sogra

"...E foi num final de semana que tudo começou... Minha sogra, que é viúva já faz alguns anos, é uma mulher nova ainda e tem um belo corpo. Ela é uma coroa muito gostosa e ficaria dois dias em nossa casa. Durante o sábado foi tudo normal, ficamos todos conversando, minha sogra brincou com minhas duas filhas, depois jantamos e fomos assistir televisão. Na hora de dormir minha esposa ajeitou sua mãe no quarto das meninas e fomos para o nosso quarto. Comecei a mexer com minha esposa, mas ela não queria pois sua mãe estava no quarto ao lado e poderia ouvir, já que quando está metendo, minha esposa grita e geme muito alto. Mas meu tesão era enorme e com muita insistência começamos a meter. Quando enfiei a rola no seu cuzinho, o seu tesão aumentou demais e ela começou a falar alto: “Vai seu caralhudo, gostoso, mete essa rola toda dentro do meu cu, arregaça minha bunda que eu gosto de ficar arrombada, mete que eu vou gozaarrr!!!". Quando eu ia avisar que gozaria também, olho para a porta do quarto e levo o maior susto, lá estava a minha sogra..."

(continua...)

Conto animado: Traindo o marido

"...Teve uma semana que meu marido viajou a trabalho e me deixou em casa literalmente na seca! Ele voltou numa sexta-feira, muito cansado e não teve ânimo pra transarmos, apesar de eu estar louca pra tomar vara. No sábado, após o almoço, quando pensei que finalmente ele ía me saciar, nada! Ele saiu pra jogar bola e me prometeu que após voltar irí­amos transar gostoso durante horas. Fiquei animadinha, tomei um banho gostoso, aparei os pelinhos da minha bucetinha, coloquei uma roupinha leve, um topzinho e um short confortável que valoriza muito meu bumbum. Quando escutei o barulho do carro no portão, minha bucetinha molhou, sabia que estava chegando a hora de saciar o tesão guardado da semana inteira. Quando meu marido entrou em casa eu não gostei nem um pouco, pois ele estava com dois amigos que tinham jogado bola com ele. Ele me disse que vinham assistir a um jogo na televisão e tomar umas cervejas. Sentaram no sofá e começaram a beber e conversar sobre futebol e mulher, aquilo estava me deixando muito irritada, meu marido não podia fazer isso comigo..."

(continua...)

Conto animado: Aprendendo com minha irmã

"...Tinha uma irmã, Ana, um ano mais velha e uma prima, Márcia, dois anos mais velha. Andávamos sempre os três juntos e eu era uma espécie de mascote das duas e tínhamos muita, mas muita intimidade. Sempre via as duas de calcinha e às vezes sem sutiã... E tome punheta! Cheguei até a encoxar minha prima dentro de um ônibus quando fomos ao shopping, estava lotado e não tive como evitar, acho que ela notou e fez questão de ficar roçando aquela bundinha no meu pau até eu gozar dentro da cueca. Mas o que aconteceu uns dois anos depois disso, é que foi a maior felicidade da minha vida e também meu maior tormento. Estava quase completando 18 anos e já estava todo formado, 1,76 metros, malhado e com um pau já no tamanho adulto: 17 cm e bem grosso. Minha prima, agora com 20 anos, era uma loira tipo falsa magra, olhos azuis, 1,65 metros, seios pequenos e uma bunda redonda e bem durinha devido à malhação. Eu estava louco para comê-la e ainda continuava na punheta sempre que a via de shortinho enterrado na bunda, de fio dental na praia ou mesmo quando dormia lá em casa e ficava semi nua..."

(continua...)

Conto animado: Hacker

"...Como esquecer o dia em que minha vida começou a virar um inferno? Dor, humilhação e subserviência total não são palavras que possam expressar tudo que passei. Estou escrevendo esta história para servir de alerta a todas as garotas que ingenuamente acreditam não haver nenhum problema em deixar sua intimidade registrada em seu próprio computador. Eu fui vítima de um hacker que se apoderou de meus e-mails, do meu catálogo de endereços e o pior, de fotos íntimas que meu namorado havia tirado de mim. Antes de continuar, vou me apresentar: meu nome é Danielle (nome fictício), na época dos acontecimentos eu tinha 18 anos (hoje em dia tenho 24), sou branca, bem queimada de sol, olhos castanhos e cabelo liso, comprido e castanho claro. Apesar de ter um corpinho bem feito, com uma bundinha bem arrebitada e um rostinho lindo, sou muito tímida. O meu namorado vinha insistindo durante muito tempo que queria me fotografar nua e em algumas poses mais ousadas e ele só quebrou minha resistência e a minha timidez porque eu gostava muito dele e principalmente porque..."

(continua...)

Conto animado: Fazenda

"...Em uma de minhas idas para o interior de Goiás, em uma fazenda de um tio meu, aconteceu uma coisa inacreditável! Isso tudo quando eu tinha meus 18 anos. Eu me chamo Jonny, sou loiro, alto, tenho um corpo sarado e bronzeado de praia. Moro em São Paulo, mas estou sempre no litoral. Um monte de mulher quer dar pra mim, mas confesso que o que passei na fazenda me deu muito mais tesão do que todas as mulheres que já comi até hoje! Quando cheguei à fazenda, resolvi dar uma volta no campo e parei perto de uma cerca, onde estavam os cavalos. Sempre gostei de ficar os vendo saindo correndo pelo pasto e já até flagrei um garanhão fudendo uma égua. Quando vi essa cena, comecei a bater uma gostosa punhetinha e, como no campo não tem muita diversão, comecei a ficar vidrado nestas cenas de cavalos fudendo as éguas! Ia todo dia ver essas fodas. Até que num certo dia, enquanto eu estava esperando o momento do garanhão pegar alguma égua para começar minha punhetinha, vi, um pouco mais longe da cerca, a filha do caseiro da fazenda pegando no pau do cavalo e masturbando ele..."

(continua...)

Conto animado: brinquedo da irmã

"...Bom, a história que eu quero compartilhar aconteceu em um sábado à tarde! A minha irmã veio me pedir ajuda para mudar os móveis do quarto dela de lugar e mexer em alguns itens de decoração. Ela queria colocar o guarda-roupa pra lá, a cama pra cá, trocar o abajur e a televisão de posição, essas coisas que garotas de 18 anos sem nada pra fazer costumam inventar... Então eu fui dar uma força para ela! Após cerca de trinta minutos, o quarto estava uma verdadeira zona, com muita coisa espalhada! E naquela bagunça de caixas, uma me chamou muita atenção: era uma caixa vermelha! Não resisti e abri pra ver o que era... Meus amigos!!! Era um caralho de borracha, que deveria ter mais ou menos uns 23 centímetros de comprimento! Fiquei meio chocado na hora, pois se ela tinha namorado por que motivo precisaria daquilo? Mas disfarcei pra ela não perceber que eu tinha achado aquele “objeto”, já que eu havia tido uma ideia brilhante e aquele consolo ia ser muito útil! E logo que terminamos a arrumação, disfarçadamente, eu tirei aquele "pau biônico" da caixa e o escondi comigo..."

(continua...)

Conto animado: Fazenda

"...Com 46 anos, eu me via subalterno, suportando meu chefe, aquele guaxinim da selva econômica. E nada me fazia esquecer que ele tinha 38 anos, uma mulher espetacular, um carro que eu nem sabia pronunciar o nome e grana pra comprar meus filhos e ainda levar minha mulher de troco. Era ultrajante! Enfim, deu pra sacar a grande roubada que era minha vida nessa época. O que eu não sabia era que a vida reservava um presente pra mim. Um presentinho de dezenove anos que entrou no escritório às onze e cinquenta da manhã. Eu lembro pois tinha acabado de conferir se já era hora do almoço. Ela usava um vestido curto, porém largo, pequeno e esvoaçante, colorido, simples... Eu podia jurar que era um pijama. Um cabelão dourado, tênis e meias curtas. Eu travei, sem tirar os olhos dela vindo até mim. Ela disse: "Pode avisar o Marcelo que eu cheguei?". Alcancei o telefone quase como um robô obediente e falei: “Chefe? A...a...”. “Juliana”, completou a mocinha. “A Juliana está aqui! Ah, ok!” e desliguei o telefone. “Pode entrar, fica ali depois do corredor à direita!”, eu disse a ela..."

(continua...)

Conto animado: Prima pelada

"...Bom, chegou novamente a minha vez de fazer a pergunta! Caprichei e tentei bolar uma bem cabeluda pra que ela não respondesse e escolhesse o desafio! "Bruninha, você já fez sexo anal?". Ela disse que não queria responder intimidades desse nível e que preferia o desafio! Então resolvi colocar o meu plano em prática! Ou ela aceitava e entrava na brincadeira, ou me dava um tapa na cara! Mas eu tinha que arriscar, caso contrário nunca ia ver minha priminha pelada! Disse a ela que seu desafio seria tirar o shortinho e dançar rebolando pra mim! Lógico que de cara ela não aceitou e até ficou brava comigo! Mas tudo mudou quando eu tirei o bolinho de dinheiro da gaveta! De primeira ofereci quinhentos reais pra ela tirar o shortinho e dar uma reboladinha só de calcinha, ela respondeu que não e disse que estava magoada por eu achar que ela era desse tipo! Contornei a situação dizendo que tudo era um joguinho e pra ela levar na esportiva. E ainda ofereci mil reais pra ela cumprir o combinado! Peguei dez notas de cem reais e coloquei na mão dela, ela tremeu e eu senti que aceitaria aquela grana..."

(continua...)

Conto animado: Consolando a irmã

"...Mas naquele dia minha irmã chegou mais cedo da faculdade, batendo todas as portas da casa! Eu estava no computador vendo um filme de putaria, fechei rapidamente o navegador e fui perguntar o motivo de ter chegado duas horas antes e tão nervosa! Só que ela passou por mim chorando e foi correndo para o seu quarto. E eu fui atrás... “O que houve maninha?”, indaguei. “Nada, não me enche!”, ela me respondeu em lágrimas! Eu, preocupado, insisti: “Eu não sou mais criança, pode se abrir comigo!”. Ela deitou na cama e resolveu falar: “Foi o idiota do Fernando! Eu peguei o safado aos beijos com uma amiga minha!”. Nesse momento eu me sentei próximo a ela e percebi que estava bêbada, pois exalava um forte cheiro de álcool! Tentando consolá-la, eu disse: “Não esquenta, deixa aquele babaca pra lá. Eu sempre desconfiei que esse seu namorado não valesse nada! Você merece muito mais do que ele!”. Continuei falando coisas para incentivá-la a parar de chorar, até que ela saiu com essa: “É... E você tão novinho já é tão maduro! Além de tudo é lindo! Se não fosse meu irmão eu te pegaria!”..."

(continua...)





Conto animado: Máscara da noiva

"...Era comum eu pegá-la na saída da escola e, dali, partirmos para um motelzinho para relaxar depois de um dia desgastante de trabalho. Lá ela se transformava! Aquela professora tímida e de bons modos, de repente estava nuazinha em cima de mim, rebolando incansavelmente como uma vagabunda! Depois de tudo, saiamos e ela estava como antes, recatada, a mesma professorinha meiga e amada por todos. Certa vez, em mais um dia exaustivo, fui buscá-la como de costume. E lá veio ela caminhando, bem comportada, com sua bolsa de trabalho, roupa de professora exemplar, calça jeans, blusa social e sandália baixinha, nada provocativo. Mas mesmo assim, conseguia ser sensual. Eu já ficava ansioso, pois dali, partiríamos para nosso “relax” de sempre e íamos fuder sem limites! No caminho para o carro, Hellen cumprimentou o porteiro, Seu Antônio, um negro alto, porte atlético e alguns músculos para a idade já avançada de 58 anos, o qual ela se referia como “aquele senhor forte que tem lá na escola”. Ela passou por ele e disse: “Até amanhã, Seu Antônio! E não se esqueça do domingo, hein!?”..."

(continua...)

Conto animado: Comi minha sobrinha

"...Melissa estava usando o MSN e se comunicava com algumas amigas. Ao voltar para a loja e ligar o computador, tive uma idéia: criar um MSN como se fosse uma adolescente da idade de Melissa, ganhar sua confiança e descobrir se era ela que dava sumiço em minhas coisas. No dia seguinte, no mesmo horário, voltei em casa e pedi para Melissa buscar minha maleta. Enquanto isso, gravei o endereço do MSN dela. Quando cheguei na loja, criei um MSN, adicionei seu endereço e não demorou nadinha para que ela aceitasse. O nome da pessoa que criei era Thaís: mesma idade, morando em uma cidade bem distante e na mesma situação que ela, morando com os tios. Ela me perguntou como eu tinha conseguido seu MSN. Disse que peguei com um amigo e consegui enrolá-la. Logo eu disse que precisava sair e desconectei. Decidi ganhar a confiança dela aos poucos e assim conseguiria descobrir tudo que quisesse. Na tarde seguinte, precisava verificar uns papéis e antes de conectar o MSN fui até minha casa. Ao passar pelo corredor, vi que Melissa estava deitada na cama lendo e pela primeira vez notei seu corpinho..."

(continua...)

Conto animado: Ginecologista

"...Então o Dr. Bruno se ajoelhou na minha frente e disse que me examinaria melhor e por completo. Devagarzinho foi baixando minha calcinha e eu deixei. Apoiei nos seus ombros para levantar os pés e ele me deixou nuazinha, ali, de pé! E ele ajoelhado olhando pra minha xoxota. Ele também estava ficando excitado com o clima, até notei um volume na sua calça quando se levantou e pediu que me deitasse na maca e colocasse uma perna em cada apoio de metal. Eu estava meio sem graça, aquilo era uma consulta e eu estava com tesão pelo médico!!! Mais uma vez senti aquelas mãos me segurando, ele me puxou pelos quadris para a beiradinha da maca e eu fiquei ali toda arreganhada. Eu não podia deixar de pensar besteiras... Notei que por alguns segundos ele se distraiu olhando pro meu corpo e quando voltou em si, com um sorriso safadinho, falou que eu tinha curvas bonitas e pernas grossas. Fiquei sem graça mais uma vez, acho que fiquei vermelha! Então pra minha surpresa, ele virou e disse que eu não precisava sentir vergonha de ser bonita..."

(continua...)

Conto animado: Incesto

"...Pelo menos com meu pai passei a não ter um pingo de vergonha e ainda sentia prazer em saber que ele olhava pros meus peitões. Uma noite vesti um pijama de shortinho e blusinha bem decotada de alcinhas, que antes nem sonhava colocar, e nem me importei de ficar na sala com meus pais assistindo televisão. Minha mãe foi dormir e eu também me despedi do meu pai e fui pro meu quarto. Acho que meu pai sabendo que eu gostava de ficar na internet, foi até meu quarto: “Oi, filha! Ainda acordada?”. Ele ficou atrás da cadeira e colocou suas mãos nos meus ombros. “Estou vendo meus e-mails e já vou dormir!”, eu falei. Suas mãos começaram a fazer uma gostosa massagem enquanto eu ficava teclando e respondendo alguns e-mails. Suas mãos começaram a fazer movimentos abaixo dos meus ombros até chegar ao decote da blusa. Subiu e desceu várias vezes até entrar por baixo do tecido e segurar meus dois peitos ao mesmo tempo. Meu corpo passou a vibrar desde as unhas dos pés até os fios dos meus cabelos. Aquelas mãos em contato direto com minha pele e aqueles dedos brincando..."

(continua...)

Conto animado: Estudio de tatuagem

"...Meu nome é Lilian, tenho 18 aninhos e adoro rock. Por isso resolvi fazer uma tatuagem, bem escondida, para homenagear minha banda de rock favorita, o "Metallica". Minhas amigas mais chegadas já tinham feito e me indicaram um cara que fazia na moral, com equipamento correto e sem perigo de contaminação. Então eu tomei coragem e fui. O estúdio de tatuagem era muito bem decorado com fotos e desenhos de tattoos. Tudo também era muito limpo e agradável. Eu estava morrendo de medo, mas passou quando eu vi o tatuador chegar: alto, loiro, cabelos compridos presos num rabo de cavalo, tatuagens espalhadas pelo corpo sarado e um pouco suado, já que estava um calor danado naquele dia. Ele me pediu pra sentar e sempre sorrindo, me ajudou a escolher o desenho da tatuagem. Escolhi um desenho bem maneiro e ele começou a se preparar. Fiquei observando ele, que depois de me perguntar onde seria a tatuagem pediu que eu me deitasse na maca e levantasse um pouco minha saia. Eu ia fazer a tatuagem na região da virilha! Vi os olhinhos dele brilharem quando fiz o que ele pediu..."

(continua...)

Conto animado: Churrasco

"...Já totalmente desinibida pela bebida, dançava com a mãozinha no joelho, sem me preocupar com as pessoas em volta, empinando a bundinha e rebolando sem parar! Foi quando comecei a escutar um corinho, a princípio tímido e depois mais alto, dos meninos gritando pra mim: "Gostosa! Gostosa! Gostosa!", eu me dei conta que era comigo e comecei a rir, mas não me intimidei, ao invés de parar de dançar, me virei de costas pra onde os meninos estavam, empinei toda a bunda pra eles e comecei a rebolar descaradamente me achando a mais gostosa do pedaço, senti que a minha sainha levantava e até aparecia minha calcinha, mas não estava nem ai. Foi quando o corinho mudou, ao me verem assim tão desinibida e empolgada, começaram a gritar outras coisas pra mim, e aos poucos se formou o corinho bem alto e claro pra quem estivesse por lá ouvisse: "Piranha! Piranha! Piranha!". Olhei pra eles por cima dos ombros, dando gargalhadas de bêbada e nem me importei, quebrava tudo ate o chão e empinava o rabão todo na cara dos meninos. Eu era a verdadeira piranha bêbada dando um showzinho pra galera..."

(continua...)

Conto animado: Arrombada

"...Me vendaram e senti que me conduziam a algum lugar desconhecido. Me deitaram numa cama e algemaram meus pulsos na cabeceira. Não sei o porquê, mas senti que eles já tinham feito aquilo antes. Então ouvi: "Essa buceta e esse cu precisam ficar mais arregaçados!". Não entendi, eu já tinha sido fudida dezenas de vezes no cu e na buceta pelos três, como eles iam arregaçar mais?! Logo descobri... Kaio começou a enfiar os dedos na minha xoxota. Primeiro um, depois dois, três, quatro e de repente ele meteu a mão inteira, até o pulso! Urrei de dor. Mas ele começou a fazer uma espécie de massagem com os dedos e eu fui ao delírio mais uma vez. Como se não bastasse, senti uma mao no cu também. Marco fez a mesma coisa que Kaio, só que no meu cuzinho. Já o coroa, veio pra perto de mim e mandou chupar a pica dele de novo. E aí os irmãos começaram um vai e vem com as mãos: com uma mão eles me arrombavam, com a outra me davam tapas. Então senti de novo aqueles cacetes dentro de mim e me bombando com muita força. Até que pararam e vieram gozar na minha cara ao mesmo tempo..."

(continua...)

Conto animado: Prima

"...Abaixamos o volume da televisão e coloquei o filme. Em alguns minutos o filme mostrava uma cena de sexo bem pesada e ela olhava fixamente. Meu pau estava explodindo dentro da bermuda e ela sentadinha do meu lado, eu não resisti e botei a mão na sua perna. Ela me olhou, pensei que fosse reclamar, mas não, deu um sorrisinho e eu perguntei se ela já tinha feito daquele jeito. Ela respondeu: "Ai, você faz cada pergunta hein!". Então eu peguei a sua mão e coloquei em cima do meu pau para ela sentir como estava duro. Começamos a dar uns amassos ali mesmo, na sala. E aí eu sugeri a ela que fossemos para outro lugar senão íamos acabar acordando os outros. Acabamos saindo lá fora, de fininho, e fomos pra perto da piscina, onde tem a churrasqueira e um quartinho que serve de depósito. Mal entramos e eu já a agarrei e começamos a nos beijar, enquanto eu tirava a minha roupa e ela a dela. Não acreditei no que vi... Ela com os peitinhos à mostra e só de calcinha, deliciosa, paradinha ali toda para mim. Beijei aquela boca gostosa e chupei os peitinhos..."

(continua...)

Conto animado: Homem, mulher e travesti

"...Trabalho numa empresa de softwares no qual minha função me obriga a viajar constantemente. Já minha mulher é cabeleireira de um grande salão de beleza em São Paulo. Ela sempre comentava comigo de seu dia a dia, relações com clientes, fofocas e falava muito de uma amiga sua do salão chamada Keyla. Marina vivia dizendo que Keyla era uma boa moça, era manicure, morava sozinha e que elas sempre almoçavam juntas. Uma vez num aniversário de uma cliente de minha esposa pude conhecer pessoalmente Keyla, era um mulherão de parar o trânsito, gostosíssima, alta, loira, um rosto lindo, seios grandes, pele branca lisinha e muito cheirosa. Durante minhas viagens, a minha esposa chamava Keyla para dormir em nossa casa para fazer companhia uma para outra e eu não via problema nenhum nisso... Eu até gostava de saber que aquele mulherão estava hospedada em casa e que minha mulher não estava sozinha! Certa vez em uma viagem minha que era para terminar na sexta-feira, por causa de um imprevisto tive que antecipar minha volta para quinta-feira e já pensava em encontrar a Keyla lá em casa..."

(continua...)

Conto animado: Namorada e a cunhada

"...Depois de uns quinze minutos, estávamos todos com tédio do jogo. Foi aí que Gabi teve uma ideia sensacional! Ela correu pra cozinha e trouxe uma garrafa de conhaque. Toda alegre ela disse: "Vamos dar uma animada nesse jogo!". Eu e a Bruna adoramos! Perguntei se não tinha problema para os pais delas. Elas riram da minha cara dizendo que eles tinham saído para comemorar o aniversário de casamento e que nessa data eles sempre dormiam fora de casa. Foi aí que o jogo começou a ficar gostoso!!! A primeira a perder a rodada do carteado e tomar o gole de conhaque foi a minha cunhadinha Bruna, ela virou o copo de uma vez só. Depois de vários copos, a gente ria de tudo, cada um tinha tomado mais de cinco copos e tudo estava alegre. No último gole da garrafa, a Gabi virou no bico e foi procurar mais. Que nada! Só tinha vinho caro do pai dela e ela achou melhor não pegarmos. Foi aí que se deu o meu espanto! "Vamos esquentar mais ainda esse jogo! Vamos jogar valendo peças de roupa!", disse Gabi. Eu olhei pra cara dela espantado e concordei na mesma hora: "Se a tua irmã aceitar, vamos lá!"..."

(continua...)

Conto animado: Vizinha bêbada

"...Era uma noite quente e eu estava sozinho, curtindo uma garrafa de vinho barato na varanda de minha casa. Após duas horas e duas garrafas de vinho, isso já pelas três horas da madrugada, eu vejo surgir no final da rua, uma silhueta feminina rebolando sensualmente com uma bolsa na mão... Era uma gata de cabelos soltos na altura dos ombros, negros como a noite que a envolvia, usava uma micro-saia de couro marrom, e uma blusa com um cadarço na frente como se fosse um corpete daqueles dos tempos da vovó que teimavam em sufocar um par de seios loucos pra pular pra fora, porém não escondia uma barriga perfeita com pelinhos que segundo minha imaginação desciam até onde mora o tesão. À medida em que ela se aproximava, eu ia notando mais detalhes, pele morena, coxas grossas, alta, 1,75 metros no mínimo, quadris largos o que denunciavam uma bunda empinada e nada pequena. Percebi lindos olhos verdes e pra minha surpresa eu conhecia aquela escultura viva! Era minha doce e casada vizinha! No dia anterior eu escutei de casa a briga dela com seu marido..."

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Conto animado: Filha e travesti

"...Tenho 39 anos e desde os 30 me viro para criar minha filha, que se chama Joelma, sozinho. Consegui aos trancos e barrancos até ela chegar à faculdade. Logo nos primeiros dias em que fui buscá-la na aula, ela me apresentou sua amiga Lia, da mesma idade que ela, 18 anos. Ao dar um beijo na minha filha, dei dois beijinhos em Lia que se assustou, acho que ela não devia estar esperando. Em outras vezes que fui buscar Joelma fiz questão de beijar Lia também. Mas foi apenas uns meses depois que Joelma foi me contar que Lia não era Lia, e que seu nome verdadeiro era Leonardo. Fiquei chocado! Lia ou Leonardo tinha uma beleza incomum: ruivinha, cabelos curtos, seios pequenos e uma bundinha tão redondinha que era quase impossível pertencer a um rapaz. Só que Lia passou a frequentar a minha casa pra estudar com minha filha. Nunca fui preconceituoso, mas tinha lá minhas preocupações. Com o tempo acabei me acostumando e até dedicava certa atenção com a Lia, por ela ser muito educada! Às vezes Lia aparecia em casa trajando minissaia e não tinha como não apreciar suas lindas coxas..."

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Conto animado: Peguei um travesti sem saber!

"...Me chamo Felipe, sou solteiro, tenho 28 anos, sou engenheiro civil e sempre procuro aventuras sexuais nas baladas, todas com mulheres. Nunca achei que um dia sequer pudesse ao menos ver outro homem nu. Tudo mudou um dia em que voltava de uma festa e tinha bebido um pouco a mais que o normal. Eu não estava bêbado, mas me sentia bem mais leve e empolgado. Tudo aconteceu quando eu passei em uma área conhecida da cidade em que garotas de programa fazem ponto. Estava louco pra transar e não tinha conseguido nada aquele sábado na balada. Então fiquei passando devagar com o carro quando vi uma ruiva espetacular, sozinha na esquina. Com os peitos bem redondos, bundão enorme, segurando uma bolsinha preta e fumando um cigarro. Encostei, desci e fiquei observando a gostosa de longe. Falei alguma bobagem a ela e perguntei quanto era o programa, ela sorriu bem safada pra mim e pediu para que eu me aproximasse. Cheguei mais perto e a gata deu um sorriso. Não lembro direito o que eu fiz em seguida, mas lembro que quando percebi estava conversando..."

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Conto animado: A gordinha amiga da minha filha.

"...Era início de maio e chovia muito aqui em Sampa. Eu estava sozinho em casa. Todos viajaram e eu tive que permanecer aqui, devido ao excesso de trabalho que havia se acumulado. Era final de tarde, por volta das seis horas, quando Mariana, uma amiga de minha filha, tocou a campainha de casa. Atendi primeiro pelo interfone e depois me dirigi à porta de entrada para atendê-la melhor. Ela precisava consultar um material que minha filha tinha em seu arquivo no meu computador pessoal. Entrou, e fomos para meu escritório doméstico. Ela é uma garota de dezenove anos, belo rosto, pele pêssego, cabelos negros e bem compridos, mede perto de 1,60 metros, sensual e fofinha, com peitos grandes e uma bundona. Ela era meio tímida, acho que pelo excesso de peso e sempre notei que por causa disso ela se afastava um pouco da garotada da vizinhança. Nesse dia ela vestia um shortinho jeans branco bem apertado que desenhava bem a forma de sua enorme bunda e uma blusinha preta bem decotada. Seus peitos eram realmente grandes e pareciam deliciosos de se chupar..."

(continua...)

Conto animado: Matei minha seca com um encanador!

"...Ele se aproximou da pia do banheiro, fez que ia começar o serviço, mas voltou atrás. Virou-se pra mim e disse: "A senhora tem certeza que quer fazer esse teatro até o fim?". Eu me fingi de assustada, ofendida, recalcada. Ele não caiu na minha e continuou: “Se o problema é no encanamento, eu dou um jeito no encanamento. Se o problema for na dona... Eu dou um jeito melhor ainda!”. E encostou na pia, todo malandro, dono do lugar! Tinha idade pra ser meu filho e já tinha me sacado! Eu estava mesmo ficando enferrujada! Mas enfim, tendo isso em vista e a casa toda só pra nós, não vi problema em desmontar meu disfarce. Eu me aproximei devagar, levei minha mão esquerda até seu peitoral, senti os músculos definidos, mal podia esperar pra avançar ainda mais, mas me contive, saboreei o instante. Fui desabotoando seu uniforme com apenas essa mão, botãozinho por botãozinho, até conseguir uma boa panorâmica daquele tronco forte, carnudo e sentir o cheiro de homem. Na verdade, era cheiro de garoto com suor de homem. E nem percebi quando minha mão direita se adiantou em apalpar o pênis dele..."

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